Quase cinderelas

A Déa, por Ana Carô

No colégio a gente faz umas coisas meio sem noção, né? Veste roupa errada, escuta música ruim e fica melhor amiga de gente que você nunca mais vai ver na vida. Taí o meu erro (ou talvez sorte, não sei): estudei três anos perto da Déa, dividi um amigo mega querido com ela e a gente nunca se falou. Nem oi, nem tchau. Nem “olha que mochila legal você tem”. Nada.

Alguns anos depois a gente se reencontrou na internet e ela que veio puxar papo, naquela época de fotolog. Eu só me lembrava dela ser amiga-do-amigo.

A Déa com certeza é uma daquelas pessoas que todo mundo tem que conhecer. Não é todo dia que a gente vê alguém que desistiu de comer e usar qualquer coisa que venha dos animais só por amor à eles. Nem que consiga misturar interesses tão distantes quanto política e maquiagem e consiga conversar muito bem sobre os dois assuntos.
Você olha pra ela, com o cabelão comprido, as tatuagens e o estilo underground e nunca vai adivinhar que aquela ali é uma economista. Ou que ela é uma dona de casa de mão cheia, que cuida de marido e filha (Faísca, uma vira-lata linda!).

Isso é o mais legal na Déa: você pode imaginar uma coisa sobre ela, mas pode ter certeza de que tem MUITO mais por ali. Só não vai chamar de AndréIa, hein. É sem o I, por favor.

Para seguir a Déa no Twitter @rockamorvegetal.

.

A Ana Carô, por Déa

Eu conheço a Ana há pelo menos uns 10 anos, mas amiga amiga, só de uns 2 anos pra cá.
Veja bem: no colégio, a menina era muito amiga do meu melhor amigo. Eu estudava com ele na mesma sala, e nos intervalos ele ia visitá-la na outra sala, eu tinha ciúmes, pô! Só lembro da mochila cheia de chaveiros, acho que era meio nerd, meio roqueirinha, e ainda é, mas também curte som pop.

Daí veio a internet, nos reencontramos e a amizade foi crescendo do tipo ficar quase 1 hora toda semana no telefone conversando e fazendo planos sobre tudo.

É Ana Carolina. Ou chama de Ana ou de Carô, de Carol NUNCA, tá ouvindo? Se quiser dar um presente, que seja um livro ou um sapato, ou coisinhas de papelaria, ou esmaltes. Pouca maquiagem para não ativar sua eterna alergia. Ela ama o Harry Potter mais do que tudo nessa vida. E Bis Branco. Ela vive com sono, mas dorme pouco porque acha que está perdendo tempo na vida dormindo. Ela vai casar com o cara que conheceu no colégio, não o nosso melhor amigo da época, mas é um cara gente fina. Nós temos a mesma mania: lavamos a mão constantemente. Ah, ela é diretora de arte e também escreve no Futricô.

Para seguir a Ana no Twitter @ana_carolz.